Clarke e o último teorema de Fermat
2008-08-01 17:20 | Em Destaques, Home, Recensões, Sem categoria | José Simoes | Nenhum comentárioEstá previsto para o dia 8 de Agosto o lançamento de um novo livro do Arthur C. Clarke, que aparentemente já está a venda na Amazon (com duas capas diferentes!). Sim eu sei que o Sir Clarke faleceu recentemente, mas, segundo a informação de que disponho teria o texto já muito avançado e como tem um co-autor, Frederik Pohl - escritor que eu também aprecio - penso que não se trata de mais um caso de “exploração para além da morte”. A história provará se tenho razão.
Imagino que ainda vá demorar algum tempo até eu ter na mão tal obra, mas nestas coisas, em que antecipamos algum prazer, a parte da antecipação faz parte do gozo e, quantas vezes, revela-se melhor que a realidade que até pode ser uma desilusão.
Pelo título, e pelo que tem transpirado, o livro deve dar alguma importância ao “último teorema de Fermat“. Esse problema, que tem uma formulação bastante simples, permaneceu mais de 3 séculos sem ser demonstrado (antes de ser demonstrado não deveria ser chamado teorema, mas sim conjuntura), apesar de existirem prémios para quem o conseguisse demonstrar e inúmeras “demonstrações” que se revelaram posteriormente estarem erradas. Aliás deve ter sido o teorema mais badalado, não só pelos prémios previstos para quem o demonstrasse, como pela extrema simplicidade da sua descrição, acessível a um (bom) estudante liceal. Acrescento a isto que o próprio Fermat anunciou ter uma demonstração do teorema, uma demonstração que porém nunca foi encontrada ( a maioria, dos que investigaram o assunto, está convencida que Fermat estava enganado, e que nunca tinha conseguido tal demonstração, apesar de Fermat ter sido um dos melhores matemáticos de todos os tempos e nos merecer todo a crédito).
O livro gira aparentemente em torno de um matemático que consegue uma demonstração simples para o teorema de Fermat, o que desperta a atenção da CIA (por mim deveria ter antes despertado a atenção do NSA, mas eles lá sabem). Refiro uma demonstração simples, porque já temos uma demonstração “complicada”. Em 1994 Wiles apresentou uma demonstração que é descrita ao longo de centenas de páginas. Apesar de tal demonstração estar a anos luz do meu conhecimento da matéria , nunca pus de parte a hipótese de haver algum erro na demonstração de Wiles. Numa demonstração tão complexa há sempre alguma probabilidade de algum erro passar despercebido o que porém parece menos e menos provável à medida que o tempo passa. Note-se que numa versão anterior da demonstração de Wiles foi encontrado um erro, eufemisticamento chamado de “salto sem justificação”, erro esse que Wiles conseguiu corrigir posteriormente.
Mas porque estaria a CIA interessada na demonstração do último teorema de Fermat? Não sei, porque ainda não li o livro, mas muito provavelmente porque o teorema estaria ligado à criptografia. A criptografia, para quem não saiba o significado de um nome tão complicado, é um ramo da matemática aplicada que fornece, entre outras coisas, os métodos que permitem ao número do nosso cartão de crédito ser enviado para alguma loja virtual através da Internet, sem que seja possível a sua captura por terceiros. Os mais paranóicos usam mesmo a criptografia para manter protegidos os dados no computador (diz-se então que os dados estão “encriptados“). Ao contrário do que muita gente possa pensar, os teóricos desses assuntos estão convencidos que nem as agências governamentais de maior orçamento, conseguem ler o que está assim protegido, razão porque algumas vezes se tem tentado proibir o uso dessas técnicas e mesmo proibir algum tipo de pesquisa. Atenção que nada impede um juiz de nos ordenar que revelemos a nossa password, que abra o sistema, e noutros casos, ser torturados até entregarmos o password de livre vontade. Para tudo isto há contra-medidas (negação plausível) e contra-contra-medidas, etc, assunto que só por si justifica um artigo completo.
Mas voltado aos teoremas, o que é que isso tem a ver com FC. Na verdade os métodos criptográficos mais usados são baseados em “teoremas” que ninguém conseguiu ainda demonstrar serem verdadeiros ( P=NP? ). Isso abre caminho à possibilidade de todos os dados que estão protegidos por essa criptografia se tornarem transparentes para quem possua um conhecimento matemático avançado, que nunca foi publicado, mas possa estar secretamente na mão de alguém, ou possa ser descoberto no futuro. Daí a importância do teorema de Fermat, que se pode imaginar ter aplicações criptográficas. Para complicar a coisa alguns autores levantam a hipótese de alguns “teoremas” básicos da criptografia, serem indecifráveis (ou indecidíveis), que não podem ser provados, nem verdadeiros nem falsos (ver os teoremas de Godel…). A demonstração de Wiles, tal como a criptografia, usam extensivamente as curvas elipticas, o que estabelece outra possivel conexão.
Curiosamente, um outro teorema de Fermat, o pequeno teorema de Fermat, é, ele sim, talvez o mais importante teorema usado em criptografia, na actualidade. Permite descobrir números primos elevados, com uma pequeníssima probabilidade de erro.
Mudando um pouco de assunto, a ficção científica é razoavelmente pródiga no uso de “teoremas” matemáticos cuja demonstração é desconhecida ou complexa. O próprio Clarke usou algumas vezes esse tema. Num dos volumes da série “Rama” um personagem (uma jovem rapariga -moça para os amigos brasileiros) é referida como tendo descoberto uma demonstração simples do teorema de Fermat, provavelmente a demonstração que o próprio Fermat teria utilizado, se bem que o assunto seja relativamente irrelevante na história. No livro “The Light of Other Days“, que penso não ter sido publicado em Português, mas cujo título pode ser aproximadamente traduzido por “A Luz de Outros Dias” um personagem pesquisa o passado, através de uma espécie de máquina do tempo, para bisbilhotar o trabalho do próprio Fermat. No livro “3001 - A Odisseia Final“, o(s) monólito(s), transformado(s) em grande perigo para a humanidade, são neutralizados utilizando vírus informáticos tão perigoso que são apenas guardados na face oculta da Lua. Esses vírus parecem basear-se em problemas matemáticos difíceis, apesar do teorema de Fermat, nem outro, ser referido.
Muito mais obras referem esses problemas, mas vou ser referir três que aprecio particularmente. Na série “Software / Wetware / Freeware / Realware“, do autor Rudy Rucker, as máquinas, muito mais inteligentes que a humanidade, não podem dominar os humanos porque têm um software que tal impede (um pouco como as 3 leis do Issac Asimov). No entanto as máquinas não podem mexer nesse software - e libertarem-se do jugo - porque esse software está protegido pela demonstração de teoremas difíceis, como o de Fermat. A sua demonstração existia mas era guardada em segredo (na altura em que isso foi escrito ainda não era conhecida a demonstração de Wiles). Como os computadores não conseguem demonstrar teoremas (esse assunto também dá pano para mangas) e não podiam ler a demonstração em lado nenhum, ficavam para sempre servis da humanidade, apesar de nada contentes com a situação.
O livro “Cryptonomicon“de Neal Stephenson ( ver também) lê-se como uma introdução romanceada à criptografia ( e a alguma história, na altura da segunda guerra mundial).
Finalmente na obra de William Gibson e Bruce Sterling, “The Difference Engine” ( “Máquina Diferencial” ou “Máquina das Diferenças”) os acima referidos teoremas de Godel são uma parte importante da história, apesar de isso não ser muito claro para quem não os conhece.
José Simões (com mãozinha de Raul Mendes)
MOTELx — Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa, 3 a 7 de Setembro
2008-07-16 12:06 | Em Destaques, Outras Actividades | Luís Richheimer de Sequeira | Nenhum comentárioMOTELx é um festival não competitivo que visa dar a conhecer em Portugal o melhor do Cinema de Terror, em todas as suas variantes - das grandes produções ao experimental, dos clássicos às novas tendências. Tem como principais objectivos:
- Inscrever Lisboa no mapa do circuito internacional de Festivais de Cinema de Terror, à semelhança de outras grandes cidades e capitais tais como Amesterdão, Berlim, Bruxelas, Edimburgo, Londres, Los Angeles, Montreal, Roma, entre outras.
- Partilhar com o público lisboeta um género que podemos encontrar na obra de realizadores tão díspares como FW Murnau (Nosferatu), Ingmar Bergman (A Hora do Lobo), Roman Polanski (A Semente do Diabo), Stanley Kubrick (Shining), Steven Spielberg (Tubarão), Francis Ford Coppola (Dracula) ou Quentin Tarantino (o recente Grindhouse).
- Promover a produção nacional no género do terror, demonstrando quer a sua riqueza estética, quer a sua viabilidade económica.
A 2ª edição decorrerá no Cinema São Jorge de Lisboa, de 3 a 7 de Setembro de 2008.
Fórum Fantástico de 02 a 05 e Outubro
2008-07-16 11:58 | Em Destaques, Encontros | Luís Richheimer de Sequeira | Nenhum comentárioO Fórum Fantástico é um conjunto de palestras, debates, lançamentos, sessões de autógrafos e outras iniciativas paralelas que englobam as várias vertentes do género Fantástico.
O Fórum Fantástico 2008 ocorrerá de 2 a 5 de Outubro, na Faculdade de Belas Artes de Lisboa (em pleno coração do Chiado). De novo organizado em colaboração com a Épica – Associação Portuguesa do Fantástico nas Artes, o FF2008 terá como responsáveis Rogério Ribeiro e Safaa Dib, a que se juntam este ano Ricardo Correia e Ana Baptista, sendo apoiado por várias instituições, editoras e empresas, nacionais e internacionais.
O objectivo principal do Fórum Fantástico é dar a conhecer ao público em geral o trabalho de criadores e académicos nacionais e estrangeiros na área do Fantástico, assim como incentivar e enriquecer o estudo e o debate sobre o Fantástico em Portugal.
Para contactar a organização, envie mail para forumfantastico@gmail.com
(adaptado do site oficial do Fórum Fantástico)
Letrário Editora lança primeira editora online em Portugal
2008-06-30 14:06 | Em Destaques, Fiction News | Luís Richheimer de Sequeira | Nenhum comentário
O Letrário, empresa de consultoria em Língua Portuguesa, acaba de lançar a primeira editora on-line, exclusivamente dedicada à publicação de contos originais e inéditos. Na Letrário Editora, o acesso aos contos publicados é totalmente livre.
Ana Carolina Carvalho, Casimiro de Brito, Fernando Esteves Pinto, João Camilo, Laís Chaffe, Luís Ene, Paulo Kellerman, Rogério Castanheira, Urbano Tavares Rodrigues, Wilson Gorges são os escritores com que a Editora acaba de se lançar.
A Letrário Editora, cuja criação foi inspirada no projecto de responsabilidade social do Letrário (O Nosso Coração é Vegetal), tem três objectivos:
- promover a leitura em suporte digital, de modo a evitar o abate de árvores para fabricação de papel,
- promover a criação de novos textos em Língua Portuguesa,
- fomentar a leitura de textos em Língua Portuguesa, divulgando novos talentos e talentos já reconhecidos.
Votos de boas leituras.
A equipa do Letrário
T.: + 351 21 711 20 20
F.: + 351 21 711 20 29
O “The Difference Engine” revisitado
2008-05-03 20:11 | Em Arte, Destaques, Science News | José Simoes | Nenhum comentárioUma da minhas obras favoritas de FC é “The Difference Engine” (não há tradução em português, até onde eu sei, mas poderia ser traduzido por “A Máquina Diferencial” ou “A máquina de Diferenças”) de William Gibson e Bruce Sterling.
Ainda recentemente a Dra. Cláudia Pinto Pinto deu uma interessante conferência sobre esse livro.
Para quem não quiser ler pode sempre ver um resumo (com muitos desmancha prazeres, não leia se for ler o livro) em inglês. Mas recomendo que se dê antes uma olhadela nos teoremas de Gödel sem o qual se perde uma parte importante da história.
Esse livro pode ser considerado como um bom exemplo do género a que se convencionou chamar “Steampunk“, onde, geralmente em história alternativa , se descreve uma tecnologia comparavel à que existiu no século XX ou em séculos seguintes, baseada nos conceitos científicos do século XIX.
No “The Difference Engine” a hipótese de partida é que Carles Babbage teria conseguido conseguido concluir sua projectada máquina diferencial - ou melhor a suas máquinas diferenciais - e posteriormente a sua mais poderosa máquina analítica que funcionaria como um computador moderno, mas baseado apenas em peças mecânicas. Esse feito teria alterado o curso da história, com uma Inglaterra Victoriana, sofrendo uma revolução industrial “dopada” por computadores.
Na realidade Babbage nunca acabou de construi nenhuma dessas máquinas, mas nos seus planos, que nos chegaram, podemos observar conceitos que se aplicariam, mais de 100 anos depois, aos modernos computadores.
Nunca houve consenso entre os especialistas se as máquinas de Babbage poderiam ter sido construídas, com a tecnologia do século XIX.
Lembrei-me de escrever estas linhas porque muito recentemente apareceu nos “media” notícias da construção da máquina analítica, com tecnologia do século XIX e segundo os planos de Babbage, de que se pode ver um vídeo a partir do site da revista “Wired”, por encomenda do milionário americano Nathan_Myhrvold.
Curiosamente na cobertura do evento nunca vi mencionado que já à mais de uma década o Museu da Ciência em Londres construiu uma primeira versão da máquina de Babbage, que aliás é muito mais fácil de visitar por quem vive em Portugal.
Isto parece tornar evidente que a máquina diferencial poderia ter sido construída no século XIX. Falta agora tentar construir a máquina analítica o que é uma tarefa bem mais complicada.
José Simões
Arthur Charles Clarke (1917 – 2008)
2008-03-19 15:22 | Em Destaques | José Simoes | Nenhum comentárioMorreu A. C. Clarke, o meu autor favorito.
O primeiro livro de Ficção-Científica que eu li foi “Náufragos na Lua” que, nessa ocasião tinha acabado de ser publicado em português na colecção “Argonauta”. Na altura nem me apercebi que tinha começado a história a meio (só li a primeira parte - “SOS Lua” - alguns anos depois) , nem tomei atenção ao nome do autor.
Isso não me impediu, alguns anos depois e já com centenas de livros de FC lidos, de recomendar esse meu primeiro livro aos meus colegas estudantes, como “porta de entrada” para o Universo da FC, no meu esforço de proselitismo.
De facto estudando numa Faculdade de Ciências o livro de A. C. Clarke fornecia uma ponte excelente entre a melhor ficção-científica e os dados científicos tal como eram conhecidos na altura em que o livro foi escrito. De catálogo é a excelente discussão da diferença entre massa e peso.
Discutir os seus livros é uma tarefa demasiado complexa para ser feita na sombra do acontecimento. Talvez a sua obra mais conhecida seja o argumento do filme “2001 Odisseia no Espaço”, que começou num conto muito mais simples chamado “A Sentinela”, mas temos de falar obrigatoriamente na série sobre “Rama” e nos contos “A Estrela” e “Expedição à Terra”. E os seus livros de divulgação científica foram uma contribuição importante.
A estreita ligação à ciência não é de espantar devido à forte formação universitária em Física e Matemática. Em 1945 publicou um artigo discutindo a importância dos satélites geoestacionários (i.e. imóveis em relação à Terra) nas telecomunicações. Em reconhecimento deste trabalho essa órbita é chamada “Órbita de Clarke”. Aliás Clarke voltou ao assunto da órbita de Clarke como defensor a ideia do “elevador orbital”, assunto do seu livro de ficção “As Fontes do Paraíso” que se enquadra de modo não muito rígido no universo do “2001″. Também se manteve activo na caça aos impostores do sobrenatural, sem deixar de manter uma atitude aberta em relação a esses assuntos, afinal, como dizia, qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível da feitiçaria.
Morreu no Sri Lanka a 19 de Março de 2008, com 90 anos, mas ficaram muitos livros para ler.
António de Macedo lança livro sobre cinema em Portugal
2008-03-13 8:45 | Em Destaques, FC no Ecrã, Fiction News | Luís Richheimer de Sequeira | Nenhum comentário
Para os potenciais interessados, informamos que na próxima sexta-feira, 14 Março, às 19,00h, será
feito na Cinemateca Portuguesa (Rua Barata Salgueiro, Lisboa) o lançamento de um opúsculo sobre as «desventuras» de António de Macedo, que, para além da sua vasta obra literária (ficção e não ficção), também foi cineasta que nos anos 1960-80 se «atrevia» a tentar fazer em Portugal filmes de FC&F. É um «livro de cordel» da editora Apenas Livros e chama-se Como se fazia cinema em Portugal - Inconfidências de um ex-praticante. A seguir será exibido o seu último filme fantasmagórico, Chá forte com limão (1993), uma ghost story victoriana passada em 1870.
“Black Rocket” — Nova revista sobre ficção científica em português
2008-02-19 14:19 | Em Destaques, Fiction News | Luís Richheimer de Sequeira | Nenhum comentário
A revista online de ficção científica e fantástico Black Rocket, publicação independente, fez saír o seu número 1, com contos inéditos de escritores amadores brasileiros.
Trata-se de uma edição com cerca de 44 páginas, que pode ser descarregada no sítio http://www.black-rocket.blogspot.com
Eis os contos que vêm publicados nesta edição:
O Fantasma da doca 6 - Aguinaldo Peres
Robby - Carlos Relva
Demônios do passado - Charles Dias
A solução por um fio - Joshua Falken
Cidade suspensa - Leonardo Carrion
O mercenário e o abismo - Ubiratan Peleteiro
O editor, Charles Dias, convida à participação:
Para a próxima edição estamos aceitando contos de novos autores e queremos muito receber contribuições dos ótimos escritores portugueses de ficção científica. As instruções de como enviar os contos está na revista.
António de Macedo lança «A Conspiração dos Abandonados»
2008-02-12 12:26 | Em Destaques, Fiction News | Luís Richheimer de Sequeira | Nenhum comentário
Imparável na sua produção literária, desta vez António de Macedo brinda-nos com «seis contos de mistério e de fantasia necro-mágica», neste livro inspirador que vem às bancas pelas mãos da Zéfiro, e que se insere na colecção «Ventos do Imaginário».
“Um velho mosteiro abandonado na tempestade, onde é proibido penetrar… uma noiva abandonada em pleno casamento pelo noivo enfeitiçado por um grito mágico… uma cadeira que mata com todo o prazer… um códice medieval deixado ao abandono com um segredo devastador… um caixão abandonado num decrépito jardim conventual, com um destino que é melhor não conhecer… uma cidade antediluviana abandonada entre pesadelos…
Seis contos de mistério e de fantasia necro-mágica que conspiram, ao desafio, para pôr à prova as certezas triviais e confortáveis do leitor.”
Tertúlia virtual «Seremos todos humanóides?» no Second Life
2008-02-12 12:17 | Em Destaques, Espaço Tertúlia | admin | 1 comentário
Aproveitando a título de inauguração do espaço da Simetria no Second Life, vai realizar-se a sua primeira «tertúlia virtual», com um tema já conhecido do público da Simetria, mas ainda «novidade» para aqueles que não o conhecem.
A tertúlia será na próxima 5ª feira, dia 14 de Fevereiro, pelas 22h30.
Podem obter mais informações na lista de eventos oficiais do Second Life, incluindo um link directo para chegar ao espaço.
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