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><channel><title>Simetria — Associação Portuguesa de Ficção Científica e Fantástico</title> <atom:link href="http://blog.simetria.org/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://blog.simetria.org</link> <description>Blog da Associação Portuguesa de Ficção Científica e Fantástico</description> <lastBuildDate>Sat, 04 Feb 2012 20:50:02 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator> <creativeCommons:license>http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/</creativeCommons:license> <item><title>Cadernos de Daath :: Jesus Cristo, exorcista</title><link>http://fantasticas.odisseias.net/single.php?id=7500</link> <comments>http://fantasticas.odisseias.net/single.php?id=7500#comments</comments> <pubDate>Sat, 04 Feb 2012 20:50:02 +0000</pubDate> <dc:creator>Cadernos de Daath</dc:creator> <category><![CDATA[Feeds FC&F (sites externos)]]></category> <category><![CDATA[Sem categoria]]></category><guid
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/><a
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/><div><a
href="http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/cardeal-patriarca-quer-mais-exorcismos">No contexto desta notícia, sobre o desejo do patriarcado olissiponense de que a prática do exorcismo retorne ao quotidiano</a>, vale a pena recordar, de modo sucinto, algumas considerações sobre aquele que, com efeito, terá sido o primeiro exorcista cristão: Jesus.<br
/>Segundo os evangelhos sinópticos, Cristo devotou uma parte significativa dos seus dias à prática do exorcismo, expulsando espíritos indignos e demonetes dos miseráveis que com ele se cruzavam; na verdade, tão frequentemente se devotou ao exorcismo que é legítimo dizer que seria esse o seu ganha-pão.<br
/><br
/>O étimo da nossa palavra<span> exorcismo</span> é a palavra grega <span><span>exorkismós</span> que apenas significa <span>prestar juramento</span>, mas nos evangelhos canónicos a palavra que aparece em referência à prática do esconjuro de demónios é a grega <span>ekballein</span> que significa <span>repelir</span> ou <span>expulsar</span>. Em <span>S. João</span>, por exemplo, quando Jesus diz <span>«Tudo o que o Pai Me dá virá a Mim; e não repelirei aquele que vem a Mim»</span> (6:37), no texto original correspondente pode ler-se <span>«ekbaló exó»</span>. No mesmo evangelho (2:15) pode ler-se <span>«Com umas cordas, fez um chicote e expulsou-os a todos do Templo»</span> </span><span>na passagem alusiva ao encontro com os vendilhões</span><span> e também aqui é usado o verbo original <span>ekballein</span>.<br
/><br
/>A palavra <span>exorkismós</span> é tardia e revela a exclusividade da prática exorcística sistematizada por um agente eclesiástico autorizado (um clérigo exorcista que se apoia na sua fé pessoal e em textos oficiais - podem ser os textos exorcísticos do <span>Rituale Romanum</span> - que são por ele recitados na presença de um endemoninhado de maneira a expulsar o demónio escondido). No período narrado pelos evangelhos existiram diversos exorcistas itinerantes, de várias etnias, e em <span>São Marcos</span> (9:38-40) pode ler-se como os apóstolos encontraram um desses exorcistas errantes que dizia expulsar demónios em nome de Cristo: <span>«Mestre, vimos alguém a expulsar demónios em Teu nome, sem que nos siga, e proibimos-lho»</span>. Cristo respondeu-lhes: <span>«Não lho proibais, porque não há ninguém que faça um milagre em Meu nome e vá logo dizer mal de Mim. Quem não é contra nós é por nós»</span>. Este trecho é interessante, porque desvenda que 1) o exorcismo era uma prática comum e aceite e que 2) Cristo se considerava um irmão dos exorcistas itinerantes.<br
/>Convém esclarecer que, embora a crença demoníaca seja um elemento substancial do <span>Novo Testamento</span>, não há Diabo nenhum no <span>Pentateuco</span>, nem sequer no livro sapiencial <span>Job</span>. No <span>Antigo Testamento</span> é sempre Jeová, deus único, que faz tanto o Bem como o Mal, seja directamente ou por intermédio de um agente escolhido para o efeito (como em <span>Job</span>), mas o proverbial Diabo ou Satanás que a igreja popularizou não existe. Em síntese, a dicotomia cristã entre o Bem e o Mal, causados por entidades diferentes (Deus e Satanás), é uma contaminação do antigo zoroastrismo persa (século VI a.C.), religião que assenta num dualismo entre um deus bom (Aura Mazda) e um deus mau (Ariman). Estes deuses gladiar-se-ão numa batalha decisiva, na qual o Bem triunfará definitivamente sobre o Mal; crença sobre a qual se fundou o último livro do <span>Novo Testamento</span>, o <span>Apocalipse</span> (século I). Também é persa a posterior doutrina gnóstica do maniqueísmo, criada pelo profeta Mani (século III), que postula que a ulterior vitória do Bem </span><span>na batalha apocalíptica no Monte Megido </span><span>(Armagedão) não está garantida.<br
/></span><br
/>Em paralelo, os evangelhos informam-nos que Jesus operava como curandeiro. Em <span>São Marcos</span> (7:32-35) é descrito como Cristo curou um surdo-gago enfiando-lhe os dedos nos ouvidos e cuspindo-lhe para a boca e como curou um cego cuspindo-lhe para os olhos (8:23-26). Trata-se de um método primitivo que, de um ponto de vista histórico, se inscreve na mentalidade da época: o historiador romano Cornélio Tácito descreveu nas suas <span>Histórias</span> (século I) como o imperador romano Vespasiano era capaz de curar a cegueira com o seu próprio cuspo e, também, outras doenças apenas com o poder curativo do seu toque.<br
/>A crença na força salvífica do toque de um soberano continuou a ser instrumentalizada ao longo da Idade Média como sendo um sinal de <span>divino ministerio</span>: ou seja, de que os reis eram indigitados por Deus para governarem e, como tal, partilhavam, até certo ponto, dos seus poderes. No que concerne à religião judaica, acreditava-se que os verdadeiros rabis possuíam poderes mágicos que lhes eram oferecidos por Deus para que, desse modo, pudessem fazer magia e partilhar da Sua glória. Sublinhe-se que nos versículos supracitados de <span>São Marcos</span> não existe nenhuma alusão, seja directa ou indirecta, a Deus ou à fé dos doentes: Cristo cura somente com a propriedade mágica do seu cuspo. É um acto de cura o mais elementar possível e perfeitamente consonante com o universo das mezinhas caseiras.<br
/><br
/>Na minha opinião, o mais insólito exorcismo de Cristo não é o célebre escorraçar dos espíritos impuros do corpo de um desgraçado para uma vara de porcos (<span>São Mateus</span> 8:28-32; <span>São Marcos</span> 5:1-13; <span>São Lucas</span> 8:27-33 - não há menção desta história em <span>São João</span>, porque este evangelho caracteriza-se por não referir nenhuns exorcismos, embora, como vimos, use o verbo <span>ekballein</span> em outras circunstâncias), mas a expulsão de um demónio do corpo de um paralítico na cidade de Cafarnaum, ao Norte do Mar da Galileia (<span>São Marcos</span> 2:1-12). A paralisia, como a mudez, a surdez, a cegueira, a lepra e a  esquizofrenia, era considerada um sinal típico de possessão diabólica.<br
/>Nesse curioso episódio, Cristo pede que o endemoninhado seja transportado num catre para dentro da casa onde residia na altura (a de Pedro, presume-se pelo texto antecedente) , através de um buraco feito no telhado; naquele tempo, os telhados das tradicionais casas israelitas eram terraços feitos de madeira unida com canas e cobertos de barro misturado com palha. Quatro homens desceram o catre com o paralítico pelo buraco aberto no telhado e Jesus disse-lhe <span>«Meu filho, os teus pecados te são perdoados»</span>; em seguida, ordenou-lhe que voltasse à sua casa: curado, o homem obedeceu e saiu pelo seu pé. Esta descrição faz lembrar um primitivo ritual de exorcismo, no qual os populares tentam ludibriar o demónio da seguinte maneira: descem o possesso para dentro de casa por um buraco no telhado, como neste trecho de <span>São Marcos</span>, ou transportam-no através de uma janela, o que tem o efeito de fazer crer ao demónio que apenas é possível entrar na habitação por essa via. Logo que o exorcista expulsa o demónio, este sai por onde entrou e de imediato é vedado o buraco ou a janela, ficando a casa livre de futuras intromissões dessa entidade sobrenatural.<br
/><br
/>Em diversos países europeus, as casas medievais ainda eram construídas com portinholas ou postigos para que o Diabo saísse, em herança desse ritual de exorcismo; essas passagens deram origem, mais tarde, às portas exclusivas pelas quais se retiravam os mortos de dentro das casas. O livro <i>Faust: Eine Tragödie</i>, de Johann Wolfgang von Goethe (1808), ainda alude a este conhecimento popular de demonologia nas seguintes palavras de Mefistófeles a Fausto: <span>«Diabos e espíritos obedecem a uma lei, como deves saber: devem usar o mesmo caminho para entrar e para sair. Entramos por onde queremos, mas não podemos escolher a saída»</span> (verso 1410, página 44; Oxford University Press, 1998).<br
/><br
/><span>(Imagem: Mosaico bizantino do século VI na basílica italiana de Santo Apolinário, o Novo, em Ravena.)</span><br
/></div><div><img
width="1" height="1" src="https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2552341059623437845-6681577858651771433?l=cadernosdedaath.blogspot.com" alt="" /></div>]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://blog.simetria.org/cadernos-de-daath-jesus-cristo-exorcista/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> <creativeCommons:license>http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/</creativeCommons:license> </item> <item><title>A Ler</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/EfeitosSecundarios/~3/QDORFSG6_VU/1328371640</link> <comments>http://feedproxy.google.com/~r/EfeitosSecundarios/~3/QDORFSG6_VU/1328371640#comments</comments> <pubDate>Sat, 04 Feb 2012 19:06:44 +0000</pubDate> <dc:creator>LFS</dc:creator> <category><![CDATA[Feeds FC&F (sites externos)]]></category> <category><![CDATA[Sem categoria]]></category><guid
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O primeiro colóquio agradou-me. Espero que este me fascine!
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src="http://fantasticas.odisseias.net/images/correiofantastico.png" alt="Correio do Fantástico" align="right" style="float:right;" /></a><br
/><p>O “episódio dois” do Mensageiros das Estrelas – Colóquio Internacional de Ficção Científica e Fantasia foi, finalmente, anunciado na internet.</p><p>O primeiro colóquio agradou-me. Espero que este me fascine!</p><blockquote><p>Tendo em conta o sucesso alcançado no I Colóquio Mensageiros das Estrelas, realizado em 2010, anunciamos o II Colóquio dedicado a este tema. As valiosas contribuições de participantes nacionais e estrangeiros, criativos e académicos, justificam que se continue a explorar esta temática. Trata-se de um universo abrangente com tradição e reconhecimento internacionais nas mais diversas áreas da modernidade. A produção e divulgação de obras de Ficção Científica e Fantasia, tanto a nível nacional como internacional, tem agremiado públicos vastos e diversos e alimentado o debate sobre variadas questões teóricas e ideativas que se encontram subjacentes a estas formas de arte. As múltiplas obras nos diversos formatos existentes – literatura, cinema e outras artes – suscitam problemáticas distintas de natureza teórica, estética, ética, ideológica e social que justificam a continuação deste fórum de discussão (…)</p></blockquote><p>Pode ler mais <a
href="http://mensageirosdasestrelas.jimdo.com/call-for-papers/convite-%C3%A0-participa%C3%A7%C3%A3o/">aqui.</a></p><p>Com bastante interesse também a secção de <a
href="http://mensageirosdasestrelas.jimdo.com/episode-i/">download</a> do “abstract” referente às apresentações do “primeiro episódio” deste colóquio.</p> <br
/>Filed under: <a
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href="http://blog.tecnofantasia.com/cgi-bin/tfmaint.cgi"><img
src="http://fantasticas.odisseias.net/images/efeitossec.png" alt="Efeitos secundários" align="right" style="float:right;" /></a><br
/><b>A Ler</b> <em>Os Mistérios do Clube Diógenes</em>, no qual Kim Newman aproveita a caricatura misantropa que Conan Doyle nos deixou sobre a sociedade masculina de Londres no final do século XIX e a envolve numa reconstituição mítica da cidade, plena de lendas e feitiços e pormenores históricos, acompanhada de uma prosa exímia. Fica o desconforto que muito se perderia na tradução. Talvez a melhor solução seja tecer uma mítica lisboeta (ou portuense, que a tal pode ser mais prestável) muito própria, mas há quem afirme que os eflúvios do «punk a vapor» não são coisas para a sensibilidade ibérica. What say you?<p
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isPermaLink="false">http://fantasticas.odisseias.net/single.php?id=7497</guid> <description><![CDATA[(Freaks, de Tod Browning, 1932)O fórum Fnac do Gaia Shopping vai acolher uma tertúlia no dia 17 de Fevereiro, a partir das 21:30. A moderação é de Mário Dorminsky e Beatriz Pacheco, directores do Fantasporto.Este evento insere-se no âmbito da 32...]]></description> <content:encoded><![CDATA[<a
href="http://belalugosiisdead.blogspot.com/"><img
src="http://fantasticas.odisseias.net/images/Bela-Lugosi.png" alt="Bela Lugosi is Dead" align="right" style="float:right;" /></a><br
/><table
align="center" cellpadding="0" cellspacing="0"><tbody><tr><td><a
href="http://2.bp.blogspot.com/-MZeupu4OGSk/Tywnerk-kKI/AAAAAAAAMuI/yWA0_p3f8oc/s1600/Freaks+-+Tod+Browning.jpg"><img
border="0" height="235" src="http://2.bp.blogspot.com/-MZeupu4OGSk/Tywnerk-kKI/AAAAAAAAMuI/yWA0_p3f8oc/s320/Freaks+-+Tod+Browning.jpg" width="320" alt="Freaks+-+Tod+Browning.jpg" /></a></td></tr><tr><td>(<i>Freaks</i>, de Tod Browning, 1932)</td></tr></tbody></table><div>O fórum Fnac do Gaia Shopping vai acolher uma tertúlia no dia 17 de Fevereiro, a partir das 21:30. A moderação é de Mário Dorminsky e Beatriz Pacheco, directores do Fantasporto.</div><div><br
/></div><div>Este evento insere-se no âmbito da 32ª edição do Fantasporto.</div><div><img
width="1" height="1" src="https://blogger.googleusercontent.com/tracker/216663592606219975-1116942050228552391?l=belalugosiisdead.blogspot.com" alt="" /></div><p><a
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/><a
href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0Z-vem7wuDs0-nlJNb_JtZZQacg/1/da"><img
src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0Z-vem7wuDs0-nlJNb_JtZZQacg/1/di" border="0" alt="di" /></a></p><div> <a
href="http://feeds.feedburner.com/~ff/belalugosiisdead?a=Ta6i45Gx-Tc:Ghbl86UApfE:yIl2AUoC8zA"><img
src="http://feeds.feedburner.com/~ff/belalugosiisdead?d=yIl2AUoC8zA" border="0" alt="belalugosiisdead?d=yIl2AUoC8zA" /></a> <a
href="http://feeds.feedburner.com/~ff/belalugosiisdead?a=Ta6i45Gx-Tc:Ghbl86UApfE:63t7Ie-LG7Y"><img
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src="http://feeds.feedburner.com/~r/belalugosiisdead/~4/Ta6i45Gx-Tc" height="1" width="1" alt="Ta6i45Gx-Tc" />]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://blog.simetria.org/bela-lugosi-is-dead-fantasporto-2012-tertulia-sobre-cinema-fantastico/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> <creativeCommons:license>http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/</creativeCommons:license> </item> <item><title>As Leituras do Corvo :: A Andorinha e o Colibri (Santa Montefiore)</title><link>http://fantasticas.odisseias.net/single.php?id=7496</link> <comments>http://fantasticas.odisseias.net/single.php?id=7496#comments</comments> <pubDate>Fri, 03 Feb 2012 16:41:52 +0000</pubDate> <dc:creator>As Leituras do Corvo</dc:creator> <category><![CDATA[Feeds FC&F (sites externos)]]></category> <category><![CDATA[Sem categoria]]></category><guid
isPermaLink="false">http://fantasticas.odisseias.net/single.php?id=7496</guid> <description><![CDATA[Com o fim da guerra e o regresso de George à terra onde cresceu, Rita Fairweather espera que o amor que sempre os uniu dê forma, finalmente, a uma relação mais sólida. Mas George mudou e o lugar que sempre foi o seu refúgio já não o protege dos...]]></description> <content:encoded><![CDATA[<a
href="http://asleiturasdocorvo.blogspot.com/"><img
src="http://fantasticas.odisseias.net/images/asleiturasdocorvo.jpg" alt="As Leituras do Corvo" align="right" style="float:right;" /></a><br
/><div><a
href="http://1.bp.blogspot.com/-iijG5ZOG0jk/TywONjkwyXI/AAAAAAAAIIk/ZdjT87p5Q70/s1600/aandorinhaeocolibri.jpg"><img
border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-iijG5ZOG0jk/TywONjkwyXI/AAAAAAAAIIk/ZdjT87p5Q70/s320/aandorinhaeocolibri.jpg" width="204" alt="aandorinhaeocolibri.jpg" /></a></div><div><i>Com o fim da guerra e o regresso de George à terra onde cresceu, Rita Fairweather espera que o amor que sempre os uniu dê forma, finalmente, a uma relação mais sólida. Mas George mudou e o lugar que sempre foi o seu refúgio já não o protege dos fantasmas que trouxe da guerra. Precisa de partir, de esquecer o futuro cuidadosamente planeado e de se encontrar. Decide, então, passar um ano na Argentina, com o objectivo de organizar as suas emoções. Rita fica para trás, novamente à espera e com a promessa de um regresso em que a sua união será, finalmente, consumada. Mas, se Rita permanece fiel ao amor da sua vida, George descobre que os seus afectos não eram tão claros como julgava e que talvez o amor de toda a vida não esteja destinado a concretizar-se...</i></div><div><i>Ainda que o amor seja, de facto, o tema central deste livro, esta não é simplesmente a história de um romance. Há mais neste livro para lá de George e de Rita - aliás, as histórias das restantes personagens são tão importantes como a deles - e a ligação que os une não podia estar mais longe do romance que acaba com um felizes para sempre. Na verdade, esta é tanto uma história de amores não correspondidos e de afectos que crescem ou que se atenuam com a passagem do tempo, como a história do crescimento de cada personagem e do seu papel no mundo que os rodeia.</i></div><div><i>Trata-se, portanto, de uma história mais complexa do que seria de prever e, com uma linha temporal longa e múltiplas personagens a desenvolver, o ritmo da narrativa é pausado, com momentos bastante descritivos e uma certa medida de introspecção. Contrasta com as situações de maior tensão ou dramatismo o decorrer da vida quotidiana, com as suas pequenas marcas e as alegrias e tristezas de cada dia. Ainda assim, há bastante de emoção a surgir, e nem só a nível de romance. Histórias como a da estranha figura da senhora Megalith, com a sua magia discreta e o seu papel na vida dos que a rodeiam (em particular, Max e Ruth), da mudança de Maddie com a descoberta do amor, de Faye Bolton e do seu amor oculto, e mesmo da amizade fundamentada num amor sem expressão que liga Max a Rita, dão ao pequeno ambiente de Frognal Point uma inesperada complexidade, fazendo com que a vida na Argentina surja como um caminho simples, em comparação.</i></div><div><i>Não é uma leitura compulsiva. Os momentos mais introspectivos, a multiplicidade de personagens e o ritmo pausado a que a narrativa evolui fazem com que o enredo desta história seja um caminho para percorrer com calma. Há, ainda assim, momentos de grande força emocional e, com as personagens fortes (mas humanas e, portanto, falíveis) que povoam o pequeno, mas fascinante, lugar de Frognal Point, esta é uma história que nunca deixa de ser cativante. Gostei, portanto.</i></div><div><img
width="1" height="1" src="https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6230818819583199576-3512833977333098873?l=asleiturasdocorvo.blogspot.com" alt="" /></div>]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://blog.simetria.org/as-leituras-do-corvo-a-andorinha-e-o-colibri-santa-montefiore/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> <creativeCommons:license>http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/</creativeCommons:license> </item> <item><title>Cadernos de Daath :: De cavalo para burro: António de Macedo sobre o novo Acordo Ortográfico</title><link>http://fantasticas.odisseias.net/single.php?id=7495</link> <comments>http://fantasticas.odisseias.net/single.php?id=7495#comments</comments> <pubDate>Fri, 03 Feb 2012 16:41:18 +0000</pubDate> <dc:creator>Cadernos de Daath</dc:creator> <category><![CDATA[Feeds FC&F (sites externos)]]></category> <category><![CDATA[Sem categoria]]></category><guid
isPermaLink="false">http://fantasticas.odisseias.net/single.php?id=7495</guid> <description><![CDATA[Ainda não me tinha pronunciado em público sobre o novo acordo ortográfico, mas anuncio que sou contra, evidentemente.Mais do que declarar em seguida as razões pelas quais sou contra, prefiro transcrever um texto inédito da autoria do cineasta e es...]]></description> <content:encoded><![CDATA[<a
href="http://cadernosdedaath.blogspot.com/"><img
src="http://fantasticas.odisseias.net/images/daath.png" alt="Cadernos de Daath" align="right" style="float:right;" /></a><br
/><a
href="http://2.bp.blogspot.com/-GeuHYlpIMMg/TywGobPuI0I/AAAAAAAABZo/fYdxKANPUDI/s1600/burro_e_cavalo.jpg"><img
style="margin:0px auto 10px;text-align:center;width:320px;height:247px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-GeuHYlpIMMg/TywGobPuI0I/AAAAAAAABZo/fYdxKANPUDI/s320/burro_e_cavalo.jpg" alt="" border="0" /></a><br
/><div>Ainda não me tinha pronunciado em público sobre o novo acordo ortográfico, mas anuncio que sou contra, evidentemente.<br
/><br
/>Mais do que declarar em seguida as razões pelas quais sou contra, prefiro transcrever um texto inédito da autoria do cineasta e escritor <span>António de Macedo</span> que não só encerra a opinião definitiva sobre este assunto, como consiste num luminoso e corajoso esclarecimento que prova que <span>o novo acordo ortográfico</span> <span>não foi promulgado por decreto-lei</span>, como tem sido divulgado, <span>mas somente por uma</span> <span>resolução</span>, logo <span>não possui nenhum carácter vinculativo</span>.<br
/>Leiam com atenção e pensem:<br
/><br
/><blockquote>«<span>1 -</span> A nova ortografia, acordada pelo Acordo Ortográfico de 1990 (AO90), foi promulgada pela <b>Resolução </b>da Assembleia da República (AR) n.º 26/91, de 23 de Agosto (com pequenas actualizações posteriores), e pormenorizada pela <b>Resolução</b> do Conselho de Ministros (CM) n.º 8/2011.<p><span>2 -</span> A ortografia ainda em vigor, acordada pelo Acordo Ortográfico de 1945 (AO45), foi promulgada pelo <b>Decreto </b>n.º 35.228 de 8 de Dezembro de 1945, e ratificada em 1973, com pequenas alterações, pelo <b>Decreto-Lei</b> n.º 32/73 de 6 de Fevereiro.</p><p><span>3 -</span> O Código do Direito de Autor e Direitos Conexos foi promulgado pelo <b>Decreto-Lei</b> n.º 63/85, de 14 de Março (com pequenas actualizações posteriores).</p><p><span>4 -</span> Na hierarquia legislativa um <b>Decreto-Lei</b> está acima duma <b>Resolução </b>da AR ou do CM. Um <b>Decreto-Lei</b> é vinculativo, ao passo que uma Resolução é uma mera <b>recomendação</b>.</p><p><span>5 -</span> Por conseguinte, uma Resolução não tem força legal para revogar um Decreto-Lei, e por isso o AO45 continua em vigor.</p><p><span>6 -</span> Em caso de conflito entre a nova ortografia e o Direito do Autor, o que prevalece é o Decreto-Lei do Direito de Autor.</p><p><span>7 -</span> Em consequência, nenhum editor é obrigado a editar os seus livros ou as suas publicações segundo a nova ortografia, nem nenhum Autor é obrigado a escrever os seus textos segundo o AO90. Mais ainda: tentar impor a nova ortografia do AO90 é um acto ilegal, porque o que continua legalmente em vigor é o AO45.</p><p><span>8 -</span> Ao abrigo do Código do Direito de Autor, os Autores têm o direito de preservar a sua própria opção ortográfica, conforme consta do n.º 1 do Art. 56.º do Código do Direito de Autor e dos Direitos Conexos, onde se diz que o autor goza durante toda a vida do direito de assegurar a genuinidade e integridade da sua obra, opondo-se à sua destruição, a toda e qualquer mutilação, deformação ou outra modificação da mesma, e, de um modo geral, a todo e qualquer acto que a desvirtue.</p><p><span>9 -</span> Embora no Artigo 93.º do mesmo Código do Direito de Autor se preveja a possibilidade de actualizações ortográficas, que não são consideradas &quot;modificações&quot;, há sempre a opção legítima, por parte do Autor, de escrever como entender, por uma &quot;opção ortográfica de carácter estético&quot;, mesmo que em 2015 o novo AO90 venha a ser eventualmente consagrado por Decreto-Lei, e não apenas, como agora, por uma simples Resolução da AR.</p> Para terminar, e entre parênteses, o novo AO90 é tão abstruso que é antidemocrático porque as várias sondagens que têm sido feitas desde há vários anos sempre apontaram para uma média de rejeição, do AO90, por cerca de 67 por cento da generalidade dos Portugueses - além de ter recebido, ao longo deste últimos anos, nove pareceres negativos emitidos por várias instituições, como por exemplo o Departamento de Linguística da Faculdade de Letras de Lisboa, a Comissão Nacional da Língua Portuguesa, a Direcção-Geral do Ensino Básico e Secundário, a Associação Portuguesa de Linguística e a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros.»<br
/><br
/></blockquote><div><span>Obrigado, António!</span><br
/></div><br
/><span>(A imagem que ilustra esta publicação pertence ao livro <span>Les Fables d'Esope Phrygien, Mises en Ryme Françoise</span>, de 1547, e é da autoria de <span><span><em></em></span></span><span><span>Bernard Salomon.)</span></span></span></div><div><img
width="1" height="1" src="https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2552341059623437845-4068763437691701028?l=cadernosdedaath.blogspot.com" alt="" /></div>]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://blog.simetria.org/cadernos-de-daath-de-cavalo-para-burro-antonio-de-macedo-sobre-o-novo-acordo-ortografico/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> <creativeCommons:license>http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/</creativeCommons:license> </item> <item><title>Bela Lugosi is Dead :: Fantasporto 2012 – O cinema fantástico em destaque</title><link>http://fantasticas.odisseias.net/single.php?id=7494</link> <comments>http://fantasticas.odisseias.net/single.php?id=7494#comments</comments> <pubDate>Fri, 03 Feb 2012 16:31:51 +0000</pubDate> <dc:creator>Bela Lugosi is Dead</dc:creator> <category><![CDATA[Feeds FC&F (sites externos)]]></category> <category><![CDATA[Sem categoria]]></category><guid
isPermaLink="false">http://fantasticas.odisseias.net/single.php?id=7494</guid> <description><![CDATA[Um festival generalista mas sempre com uma forte presença no horror e fantástico. A secção competitiva Cinema Fantástico é disso um bom exemplo. E são muitos os filmes que o Fantasporto propõe. Os zombies, os vampiros, os psicopatas, os canibai...]]></description> <content:encoded><![CDATA[<a
href="http://belalugosiisdead.blogspot.com/"><img
src="http://fantasticas.odisseias.net/images/Bela-Lugosi.png" alt="Bela Lugosi is Dead" align="right" style="float:right;" /></a><br
/><div>Um festival generalista mas sempre com uma forte presença no horror e fantástico. A secção competitiva Cinema Fantástico é disso um bom exemplo. E são muitos os filmes que o Fantasporto propõe. Os zombies, os vampiros, os psicopatas, os canibais… agradecem a atenção que lhes é dada.</div><div><br
/></div><table
align="center" cellpadding="0" cellspacing="0"><tbody><tr><td><a
href="http://2.bp.blogspot.com/-QievRnChbmc/TywKW_mpoZI/AAAAAAAAMtc/Cmt7reXmGJY/s1600/claudia-vega-eva.jpg"><img
border="0" height="136" src="http://2.bp.blogspot.com/-QievRnChbmc/TywKW_mpoZI/AAAAAAAAMtc/Cmt7reXmGJY/s320/claudia-vega-eva.jpg" width="320" alt="claudia-vega-eva.jpg" /></a></td></tr><tr><td><i>Eva</i>, de Kike Maíllo</td></tr></tbody></table><div>Mas mesmo o fantástico não se resume apenas a “sangue e tripas”. Tal como já foi aqui divulgado – <i>Sob o signo do futuro</i> <a
href="http://belalugosiisdead.blogspot.com/2012/01/fantasporto-2012-sob-o-signo-do-futuro.html">(ler artigo)</a> –, e as obras <i>Eva</i>, de Kike Maíllo e <i>Hell</i>, de Tim Fehlbaum, prometem se do agrado de todos os amantes de ficção científica.</div><div><br
/></div><div>Kike Maíllo transporta-nos até ao ano 2014, onde a sociedade convive com robots. Alex Garel regressa à terra natal para trabalhar na sua antiga universidade. O projecto em causa é a criar emoções para um menino robot. Mas é em Eva, filha do seu irmão e de Lana, por quem teve uma paixão, que se centra a trama principal desta história de ficção científica.</div><div><br
/></div><div>No filme de Tim Fehlbaum acompanhamos Um grupo de sobreviventes embarca numa viajem para as montanhas em busca de água. Contudo, é uma viajem longa e muito perigosa…</div><div><br
/></div><div><i>“Uma comédia deliciosa e repleta de fantasia,”</i> é o que o festival promete com <i>Madonna’s Pig</i>, de Frank van Passel. <i>“O vendedor ambulante, Tony Roozen, tem 25 anos e uma missão – vender o seu novo produto, o inovador gadget – Porky. Este porco robô produz sons, vibrações e exala aromas que fazem com que os porcos de carne e osso sintam o desejo de se reproduzir.”</i></div><div><br
/></div><table
align="center" cellpadding="0" cellspacing="0"><tbody><tr><td><a
href="http://4.bp.blogspot.com/-PakscbMJNpQ/TywKpZ0Qa9I/AAAAAAAAMtk/MUgWC_kS8KU/s1600/Juan+de+los+Muertos.png"><img
border="0" height="166" src="http://4.bp.blogspot.com/-PakscbMJNpQ/TywKpZ0Qa9I/AAAAAAAAMtk/MUgWC_kS8KU/s320/Juan+de+los+Muertos.png" width="320" alt="Juan+de+los+Muertos.png" /></a></td></tr><tr><td><i>Juan de los Muertos</i>, de Alexandro Bruguès</td></tr></tbody></table><div>Agora alguns “monstros”!</div><div><br
/></div><div>Comecemos por Cuba que por culpa de Alexandro Bruguès, foi atacada por zombies… E a única pessoa que as pode salvar não é o tipo de herói em quem confiaríamos a nossa vida. O filme em questão é o <i>Juan de los Muertos</i>.</div><div><br
/></div><div>Do Japão chega-nos mais um festival de sangue, <i>Zombie Ass: Toilet of the Dead</i>, de Noboru Iguchi, o mesmo responsável por obras como <i>The Machine Girl</i> e <i>Robo-geisha</i>. A luta contra os zombies nunca foi tão delirante. Já o norte-americano John Geddes em <i>Exit Humanity</i>, decidiu colocar também alguns zombies no palco de guerra que foi a guerra civil</div><div><br
/></div><div>Mas porque temos um apetite voraz por carne humana, estamos ansiosos por ver a comédia de terror de Boris Rodriguez, <i>Eddie</i>. Esta co-produção canadiana e dinamarquesa centra-se num sonâmbulo canibal… Precisamos de dizer mais alguma coisa?</div><div><br
/></div><div>Ainda sob o tema do canibalismo, agora num registo mais sério, teremos oportunidade de ver o filme de Victor Nieuwenhuijs e Maartje Seyferth, <i>Vlees (Meat)</i>. <i>“Um humor negro cortante e um argumento louco e sádico, fazem deste filme uma delícia imperdível, e não estamos a falar de costeletas! Só parece um talho normal ao início. Cedo se começa a perceber que a carne tem um aspecto animalesco. Este talho não tem muitos clientes, é mais um mundo de fantasia.”</i></div><div><br
/></div><table
align="center" cellpadding="0" cellspacing="0"><tbody><tr><td><a
href="http://4.bp.blogspot.com/-2i7Z9RDy6As/TywK_1f6zWI/AAAAAAAAMts/_9xtEmdV2Ak/s1600/Lobos+de+Arga.jpg"><img
border="0" height="210" src="http://4.bp.blogspot.com/-2i7Z9RDy6As/TywK_1f6zWI/AAAAAAAAMts/_9xtEmdV2Ak/s320/Lobos+de+Arga.jpg" width="320" alt="Lobos+de+Arga.jpg" /></a></td></tr><tr><td><i>Lobos de Arga</i>, Juan Martínez Moreno</td></tr></tbody></table><div>De volta à comédia, temos <i>Lobos de Arga</i>, do espanhol Juan Martínez Moreno. Tomas, um escritor sem grande sucesso regressa à sua vila Arga, na Galiza, para receber um prémio. Contudo, o convite esconde um outro propósito, o de acabar com a maldição que tem assombrado a vila nos últimos 100 anos.</div><div><br
/></div><div>Jesse T. Cook colocou oito personagens –  Frankenstein, Lady Vampire, Cyclops, Mummy, Zombie Man, Witch Bitch, Swamp Gut e Werewolf – num combate mortal de luta livre, em <i>Monster Brawl</i>.</div><div><br
/></div><div>Para amantes de emoções fortes, a nossa atenção vai para a antologia <i>The Theatre Bizarre</i>. Histórias de terror filmadas por Douglas Buck, Buddy Giovinazzo, David Gregory, Karim Hussain, Jeremy Kasten, Tom Savini e Richard Stanley. Uma mulher obcecada com o que parece ser um teatro abandonado, consegue uma noite satisfazer a sua curiosidade. O teatro não está abandonado e uma estranha marioneta convida-a a assistir a seis histórias bizarras.</div><div><br
/></div><div>Da realizadora britânica temos aquele que é considerado pela <i>Talk Film</i> como o <i>“melhor filme de terror britânico em anos”</i>, <i>The Holding</i>. Após o desaparecimento do seu marido, Cassie Naylor vê-se obrigada a gerir a quinta sozinha e com grandes dificuldades financeiras. A seu cargo tem ainda as duas filhas. Os vizinhos, Karsten e o seu filho, tencionam comprar a quinta, a qualquer custo. Contudo, surge Aden que diz ser amigo do marido. Mas o que parecia ser uma bênção começa aos poucos a revelar o oposto…</div><div><br
/></div><div>A lista completa das obras em competição na secção de Cinema Fantástico, pode ser acedida <b><a
href="http://belalugosiisdead.blogspot.com/2012/01/fantasporto-2012-seccao-oficial.html">aqui</a></b>. A secção Premier &amp; Panorama <a
href="http://belalugosiisdead.blogspot.com/2012/01/fantasporto-2012-premiere-panorama.html"><b>aqui</b></a>.</div><div><br
/></div><table
align="center" cellpadding="0" cellspacing="0"><tbody><tr><td><a
href="http://2.bp.blogspot.com/-Wbk6v5GtZ48/TywLoSC52DI/AAAAAAAAMt0/KAMMJDMa-M0/s1600/Plan+9+From+Outer+Space.jpg"><img
border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-Wbk6v5GtZ48/TywLoSC52DI/AAAAAAAAMt0/KAMMJDMa-M0/s320/Plan+9+From+Outer+Space.jpg" width="320" alt="Plan+9+From+Outer+Space.jpg" /></a></td></tr><tr><td><i>Plan 9 From Outer Space</i></td></tr></tbody></table><div>Por fim, é altura de recuperarmos Ed Wood, o pior realizador da história no cinema. Bom, “pior” só tem a fama. Muitos outros realizadores mereciam muito mais esse título. Seja como for O Fantasporto dedica uma retrospectiva a este realizador de culto. Vão ser exibidas as seguintes obras: <i>Plan 9 From Outer Space</i>, <i>Glen or Glenda</i>, <i>Bride of the Monster</i>, <i>Night of the Ghoulse</i> e <i>Jail Bait</i>. <b><a
href="http://belalugosiisdead.blogspot.com/2012/01/fantasporto-2012-retrospectiva-ed-wood.html">Ver trailers</a></b></div><div><br
/></div><div>Rui Baptista</div><div><br
/></div><div><b>Artigos relacionados:</b></div><div><br
/></div><div><a
href="http://belalugosiisdead.blogspot.com/2012/01/fantasporto-2012-somos-um-festival.html">&quot;Somos um festival generalista&quot;</a></div><div><a
href="http://belalugosiisdead.blogspot.com/2012/01/fantasporto-2012-mais-um-ano-promover-o.html">Mais um ano a promover o cinema português</a></div><div><a
href="http://belalugosiisdead.blogspot.com/2012/01/fantasporto-2012-sob-o-signo-do-futuro.html">Sob o signo do futuro</a></div><div><img
width="1" height="1" src="https://blogger.googleusercontent.com/tracker/216663592606219975-7745566447808327882?l=belalugosiisdead.blogspot.com" alt="" /></div><p><a
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src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_hrCRQEXHiQd8scEThR-0jrFEfA/0/di" border="0" alt="di" /></a><br
/><a
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src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_hrCRQEXHiQd8scEThR-0jrFEfA/1/di" border="0" alt="di" /></a></p><div> <a
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src="http://feeds.feedburner.com/~ff/belalugosiisdead?d=yIl2AUoC8zA" border="0" alt="belalugosiisdead?d=yIl2AUoC8zA" /></a> <a
href="http://feeds.feedburner.com/~ff/belalugosiisdead?a=wJy42MOaQ8k:oOXnBfYCF9g:63t7Ie-LG7Y"><img
src="http://feeds.feedburner.com/~ff/belalugosiisdead?d=63t7Ie-LG7Y" border="0" alt="belalugosiisdead?d=63t7Ie-LG7Y" /></a></div><img
src="http://feeds.feedburner.com/~r/belalugosiisdead/~4/wJy42MOaQ8k" height="1" width="1" alt="wJy42MOaQ8k" />]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://blog.simetria.org/bela-lugosi-is-dead-fantasporto-2012-o-cinema-fantastico-em-destaque/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> <creativeCommons:license>http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/</creativeCommons:license> </item> <item><title>As Leituras do Corvo :: Novidade Asa</title><link>http://fantasticas.odisseias.net/single.php?id=7493</link> <comments>http://fantasticas.odisseias.net/single.php?id=7493#comments</comments> <pubDate>Fri, 03 Feb 2012 15:43:16 +0000</pubDate> <dc:creator>As Leituras do Corvo</dc:creator> <category><![CDATA[Feeds FC&F (sites externos)]]></category> <category><![CDATA[Sem categoria]]></category><guid
isPermaLink="false">http://fantasticas.odisseias.net/single.php?id=7493</guid> <description><![CDATA[Numa manhã perfeita de Maio… Neville Wyatt, conde de Kilbourne, aguarda a sua noiva no altar. Mas, para espanto geral, em vez da bela jovem que todos conhecem aparece uma mendiga andrajosa. Perante a nata da aristocracia, o perplexo conde olha para ...]]></description> <content:encoded><![CDATA[<a
href="http://asleiturasdocorvo.blogspot.com/"><img
src="http://fantasticas.odisseias.net/images/asleiturasdocorvo.jpg" alt="As Leituras do Corvo" align="right" style="float:right;" /></a><br
/><div><a
href="http://1.bp.blogspot.com/-CJuuLiRxpNo/TywAF4UV4JI/AAAAAAAAIIc/W6NVCzSl3Fo/s1600/umanoitedeamor2.jpg"><img
border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-CJuuLiRxpNo/TywAF4UV4JI/AAAAAAAAIIc/W6NVCzSl3Fo/s1600/umanoitedeamor2.jpg" alt="umanoitedeamor2.jpg" /></a>Numa manhã perfeita de Maio…</div><div>Neville Wyatt, conde de Kilbourne, aguarda a sua noiva no altar. Mas, para espanto geral, em vez da bela jovem que todos conhecem aparece uma mendiga andrajosa. Perante a nata da aristocracia, o perplexo conde olha para ela e declara que é Lily, a sua mulher! Ao olhar para aquela que em tempos desposou, que amou e perdeu nos campos de batalha de Portugal, ele compromete-se a honrar o seu compromisso… apesar do abismo que agora os separa.</div><div>Até que Lily fala com franqueza…</div><div>E afirma querer começar de novo… e que Neville a ame verdadeiramente. Para isso, sabe que terá de estar à altura das expectativas dele, o que a leva a aceitar ser dama de companhia da sua tia e aprender as boas maneiras. A determinada Lily rapidamente conquista a admiração da alta sociedade, demonstrando ser uma condessa à altura do seu conde. Por seu lado, Neville está disposto a tudo para provar à sua formidável mulher que o que sentiu por ela no campo de batalha foi muito mais que desejo, muito mais do que o arrebatamento…</div><div><br
/></div><div>Autora premiada e presença constante nas listas de bestsellers do New York Times, Mary Balogh cresceu em Gales, terra de mar e montanhas, músicas e lendas. Ela levou consigo a música e uma imaginação vívida quando se mudou para o Canadá. Aí desenvolveu uma segunda carreira como autora de livros com finais felizes e que celebram o poder do amor. Os seus romances históricos venderam já mais de 4 milhões de exemplares em todo o mundo.</div><div><img
width="1" height="1" src="https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6230818819583199576-7629579018468215788?l=asleiturasdocorvo.blogspot.com" alt="" /></div>]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://blog.simetria.org/as-leituras-do-corvo-novidade-asa/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> <creativeCommons:license>http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/</creativeCommons:license> </item> <item><title>Bela Lugosi is Dead :: Crítica: O Medo do Homem Sábio – parte 2</title><link>http://fantasticas.odisseias.net/single.php?id=7492</link> <comments>http://fantasticas.odisseias.net/single.php?id=7492#comments</comments> <pubDate>Fri, 03 Feb 2012 14:49:14 +0000</pubDate> <dc:creator>Bela Lugosi is Dead</dc:creator> <category><![CDATA[Feeds FC&F (sites externos)]]></category> <category><![CDATA[Sem categoria]]></category><guid
isPermaLink="false">http://fantasticas.odisseias.net/single.php?id=7492</guid> <description><![CDATA[Esta é a segunda parte do livro original de Patrick Rothfuss, e como tal, faz um seguimento direto dos acontecimentos passados da primeira parte homónima. Esta divisão prendeu-se com uma decisão editorial da ASA, que justifica a medida pelo grande ...]]></description> <content:encoded><![CDATA[<a
href="http://belalugosiisdead.blogspot.com/"><img
src="http://fantasticas.odisseias.net/images/Bela-Lugosi.png" alt="Bela Lugosi is Dead" align="right" style="float:right;" /></a><br
/><div><a
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/><br
/> Se no primeiro livro, Kvothe, o herói da trama, tinha sido desafiado para uma nova aventura, o leitor começa este volume com um capítulo onde o protagonista inicia o desafio, ao lado de um grupo de companheiros diferente e peculiar. Numa terra distante e desconhecida, Kvothe volta a ter que provar o seu valor, ao mesmo tempo que continua num processo de autoconhecimento e crescimento, isto sem nunca esquecer os propósitos que o guiam desde o dia que viu a família ser cruelmente morta por uns seres dos quais ninguém tem conhecimento ou quer falar.<br
/><br
/> Esta parte do segundo volume é marcada pela apresentação de diversas personagens e realidades diferentes àquelas a que Rothfuss nos habituou. Kvothe viaja por locais novos e entra em contacto com ideologias e formas de vida que, apesar de não compreender facilmente, deseja integrar e aprender, como forma de se tornar, cada vez mais, uma pessoa mais completa. Neste caso, nota-se uma clara inspiração em conceitos orientais e o choque de culturas está bem conseguido e agradável de ser apreendido.<br
/><br
/> O leitor poderá sentir falta das restantes personagens que conheceu anteriormente, uma vez que estas pouco aparecem ao longo da narrativa. Outra sensação que fica prende-se com o seguimento dos acontecimentos que parece ser demasiado pontual, e com uma ligação pouco natural entre os mesmos. Contudo, estes fatores menos positivos não fazem com que a leitura perca o seu ritmo, uma vez que os eventos continuam a suscitar interesse e a cativar.<br
/><br
/> Um dos pontos mais interessantes do livro, é a dúvida que o autor vai criando no leitor quanto aos feitos relatos pelo protagonista ao Cronista. Tudo vai começando a parecer uma história exagerada, e alguns acontecimentos dão argumentos válidos para essa questão. Contudo, esta ideia surge como uma boa construção de Rothfuss, e o final deixa o desejo de perceber o que realmente está por trás deste relato de três dias. Os fãs vão desejar ter o próximo volume da <i>Crónica do Regicida</i>, <i>The Doors of Ston</i>, o mais rápido possível. – Cláudia Sérgio<br
/><br
/> ---<br
/> Título original: The Wise Man's Fear (The Kingkiller Chronicle) (2011)<br
/><br
/> Autor: Patrick Rothfuss<br
/> Tradutor: Renato Carreira<br
/> Editora: ASA (2011)</div><div><img
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/><a
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