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	<title>Simetria — Associação Portuguesa de Ficção Científica e Fantástico &#187; Resultados da Pesquisa  &#187;  index</title>
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	<description>Blog da Associação Portuguesa de Ficção Científica e Fantástico</description>
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		<title>Arquivos da Fantasia (2)</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 16:39:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Octávio dos Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos «ficheiros» não muito secretos da Simetria passam a constar a partir de hoje: uma comparação entre as distopias de Aldous Huxley e de George Orwell; os livros favoritos de William Gibson; os filmes de FC favoritos dos colaboradores da Wired, anteriores a «Guerra das Estrelas» e posteriores a «Guerra das Estrelas; um anúncio publicitário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos «ficheiros» não muito secretos da Simetria passam a constar a partir de hoje: uma comparação entre as distopias <a href="http://canochinha.tumblr.com/post/992065840/aldous-huxley-vs-george-orwell">de Aldous Huxley e de George Orwell</a>; os <a href="http://nymag.com/arts/books/features/66294/index2.html">livros favoritos de William Gibson</a>; os filmes de FC favoritos dos colaboradores da Wired, <a href="http://www.wired.com/underwire/2009/08/sci-fi-flicks">anteriores</a> a «Guerra das Estrelas» e <a href="http://www.wired.com/underwire/2009/09/scifi-flicks-2">posteriores</a> a «Guerra das Estrelas; um <a href="http://sound--vision.blogspot.com/2010/06/no-regresso-mos-eisley.html">anúncio publicitário</a> da Adidas que parodia, precisamente&#8230; «Guerra das Estrelas»; <a href="http://sound--vision.blogspot.com/2010/06/eles-e-ela.html">vídeo musical dos Broken Bells</a> «estrelando» Christina Hendricks.</p>
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		<title>FF2010: Primeiros convidados anunciados</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 17:38:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Convidados]]></category>
		<category><![CDATA[Feeds FC&F (sites externos)]]></category>

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		<description><![CDATA[Começamos por divulgar o nome de seis escritores cuja presença no evento está já confirmada, três nacionais e três estrangeiros. Ao longo dos próximos meses, até Novembro, serão gradualmente revelados os restantes convidados, nesta e noutras áreas, para o Fórum Fantástico 2010.   Stephen Hunt   Escritor britânico, lançou recentemente o quarto volume da sua [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=forumfantastico.wordpress.com&#38;blog=305870&#38;post=388&#38;subd=forumfantastico&#38;ref=&#38;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começamos por divulgar o nome de seis escritores cuja presença no evento está já confirmada, três nacionais e três estrangeiros. Ao longo dos próximos meses, até Novembro, serão gradualmente revelados os restantes convidados, nesta e noutras áreas, para o Fórum Fantástico 2010.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Stephen Hunt</strong></p>
<p><a href="http://forumfantastico.files.wordpress.com/2010/07/stephenhunt.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-389" title="StephenHunt" src="http://forumfantastico.files.wordpress.com/2010/07/stephenhunt.jpg?w=200&#038;h=216" alt="" width="200" height="216" /></a><strong> </strong></p>
<p>Escritor britânico, lançou recentemente o quarto volume da sua bem sucedida série steampunk Vitoriana. A mesma série que a editora <strong>Saída de Emergência</strong> irá estrear em português, com o primeiro volume, <strong>A Corte do Ar</strong>, a lançar no <strong>Fórum Fantástico 2010</strong> com a presença do autor.</p>
<p>Stephen Hunt é também o responsável pelo site de notícias <a href="http://www.sfcrowsnest.com/index.php">SF Crowsnest</a>, umas das principais fontes de informação sobre o Fantástico na net.</p>
<p><a href="http://www.sfcrowsnest.com/author/index.php">Página de Stephen Hunt</a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Peter V. Brett</strong></p>
<p><a href="http://forumfantastico.files.wordpress.com/2010/07/peter-brett.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-390" title="peter brett" src="http://forumfantastico.files.wordpress.com/2010/07/peter-brett.jpg?w=181&#038;h=170" alt="" width="181" height="170" /></a></p>
<p>Vindo dos Estados Unidos, <strong>Peter V. Brett</strong> originou uma sensação ao lançar a ambiciosa série <strong>A Noite dos Demónios</strong>. Iniciada com <strong>O Homem Pintado</strong>, publicado entre nós pela editora <strong>Gailivro</strong> no ano passado, este volume de cerca de mil páginas foi seguido recentemente pela publicação do seu seguimento, <strong>A Lança do Deserto</strong>. A Noite dos Demónios é actualmente de uma das mais conceituadas séries de fantasia épica.</p>
<p><a href="http://www.petervbrett.com/">Página de Peter V. Brett</a> </p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Ricardo Pinto</strong></p>
<p><a href="http://forumfantastico.files.wordpress.com/2010/07/250px-ricardo_pinto.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-391" title="250px-Ricardo_Pinto" src="http://forumfantastico.files.wordpress.com/2010/07/250px-ricardo_pinto.jpg?w=250&#038;h=230" alt="" width="250" height="230" /></a></p>
<p>Este ano foi finalmente publicado um dos finais mais aguardados de uma série de fantasia. Trata-se de <strong>O Terceiro Deus</strong>, lançado pela <strong>Editorial Presença</strong>, que encerra a série <strong>A Dança de Pedra do Camaleão</strong>. Iniciada há doze anos, esta série de três volumes adoptou, também pelo seu processo de escrita, uma maturidade invejável.</p>
<p>Ricardo Pinto, nascido em Portugal, está desde os seis anos de idade radicado na Escócia, e é um autor reconhecido pelo público e pela crítica no mundo anglo-saxónico.</p>
<p><a href="http://www.ricardopinto.com">Página de Ricardo Pinto</a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>David Soares</strong></p>
<p><a href="http://forumfantastico.files.wordpress.com/2010/07/foto_david.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-392" title="foto_david" src="http://forumfantastico.files.wordpress.com/2010/07/foto_david.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Sobejamente conhecido do público português, tanto no campo literário como no da banda desenhada, <strong>David Soares</strong> volta a lançar, após dois romances particularmente bem sucedidos, <strong>Lisboa Triunfante</strong> e <strong>O Evangelho do Enforcado</strong>, uma nova colectânea de contos, em exclusivo no <strong>Fórum Fantástico 2010</strong>.</p>
<p>Mais um lançamento da editora <strong>Saída de Emergência</strong>, que tem apostado na implantação de David Soares como um dos escritores maiores da literatura fantástica nacional.</p>
<p><a href="http://cadernosdedaath.blogspot.com/">Página de David Soares</a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Afonso Cruz</strong></p>
<p><a href="http://forumfantastico.files.wordpress.com/2010/07/afonso-cruz.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-393" title="Afonso Cruz" src="http://forumfantastico.files.wordpress.com/2010/07/afonso-cruz.jpg?w=200&#038;h=268" alt="" width="200" height="268" /></a></p>
<p>Apesar de alegar em sua defesa que publica há poucos anos, o multi-facetado <strong>Afonso Cruz</strong> tornou-se rapidamente num autor de reconhecimento consensual; facto sublinhado pela atribuição este ano do <strong>Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco</strong>, pela sua <strong>Enciclopédia da Estória Universal</strong> (publicado pela <strong>Quetzal</strong>).</p>
<p>Realizador de animação, escritor, músico, ilustrador, viajante e iniciado na arte de fazer cerveja, Afonso Cruz publicou também, entre outros, <strong>Os Livros que Devoraram o meu Pai</strong> (<strong>Editorial Caminho</strong>).</p>
<p><a href="http://afonso-cruz.blogspot.com/">Página de Afonso Cruz</a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>João Pedro Duarte</strong></p>
<p><a href="http://forumfantastico.files.wordpress.com/2010/07/joaopedroduarte.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-394" title="joaopedroduarte" src="http://forumfantastico.files.wordpress.com/2010/07/joaopedroduarte.jpg?w=264&#038;h=185" alt="" width="264" height="185" /></a></p>
<p>Dotado de uma escrita, e de uma mordacidade, particulares, <strong>João Pedro Duarte</strong> lançou recentemente <strong>Uma Espécie de Sentido</strong>, uma «profecia humorística sobre uma sociedade matriarcal do séc. XXII». Potencialmente explosivo? Podem apostar; nesta movimentada ficção científica social, editada pela Esfera do Caos, que cativa logo nas primeiras páginas.</p>
<p><a href="http://www.joaopedroduarte.net/">Página de João Pedro Duarte</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/forumfantastico.wordpress.com/388/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/forumfantastico.wordpress.com/388/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/forumfantastico.wordpress.com/388/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/forumfantastico.wordpress.com/388/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/forumfantastico.wordpress.com/388/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/forumfantastico.wordpress.com/388/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/forumfantastico.wordpress.com/388/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/forumfantastico.wordpress.com/388/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/forumfantastico.wordpress.com/388/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/forumfantastico.wordpress.com/388/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/forumfantastico.wordpress.com/388/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/forumfantastico.wordpress.com/388/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/forumfantastico.wordpress.com/388/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/forumfantastico.wordpress.com/388/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=forumfantastico.wordpress.com&amp;blog=305870&amp;post=388&amp;subd=forumfantastico&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Possivelmente, Ainda Não Saberão,</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 11:03:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>LFS</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<b>Possivelmente, Ainda Não Saberão,</b> mas a antologia <EM>pulp</EM> que estou a organizar encontra-se a ser divulgada <a href="http://bang.saidadeemergencia.com/index.php?board=156.0">aqui</a>.<div>
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/EfeitosSecundarios?a=2Mgwa3RMfSQ:o2KQHYcN-Jw:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/EfeitosSecundarios?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/EfeitosSecundarios?a=2Mgwa3RMfSQ:o2KQHYcN-Jw:7Q72WNTAKBA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/EfeitosSecundarios?d=7Q72WNTAKBA" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EfeitosSecundarios/~4/2Mgwa3RMfSQ" height="1" width="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<b>Possivelmente, Ainda Não Saberão,</b> mas a antologia <EM>pulp</EM> que estou a organizar encontra-se a ser divulgada <A href="http://bang.saidadeemergencia.com/index.php?board=156.0">aqui</A>.<div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/EfeitosSecundarios?a=2Mgwa3RMfSQ:o2KQHYcN-Jw:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/EfeitosSecundarios?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/EfeitosSecundarios?a=2Mgwa3RMfSQ:o2KQHYcN-Jw:7Q72WNTAKBA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/EfeitosSecundarios?d=7Q72WNTAKBA" border="0"></img></a>
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		<title>Ficções Gratuitas.</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 03:17:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>LFS</dc:creator>
				<category><![CDATA[Feeds FC&F (sites externos)]]></category>

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		<description><![CDATA[Ficções Gratuitas. O género fantástico vai, semana a semana, sendo enriquecido com textos disponibilizados na internet pelos autores lusófonos. Destaque para as últimas contribuições de que tive conhecimento. Quem quiser participar, deverá anu...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<b>Ficções Gratuitas.</b> O género fantástico vai, semana a semana, sendo enriquecido com textos disponibilizados na internet pelos autores lusófonos. Destaque para as últimas contribuições de que tive conhecimento. Quem quiser participar, deverá anunciar-se no Twitter com a etiqueta <A href="http://search.twitter.com/search?q=%23contosfc">#contosfc</A>. Só serão considerados textos integrais em blogues e revistas online (fóruns não contam, e publicações em série apenas quando cada parte se apresentar completa).<UL>  <LI>João Ventura: «<A   href="http://fromwords.blogspot.com/2010/04/floresta-floresta-era-muito-antiga.html#more">A Floresta</A>» e «<A href="http://fromwords.blogspot.com/2010/03/vacina-contra-estupidez-quando-foi.html">Vacina Contra a Estupidez</A>»</LI><LI>Octavio Aragão: «<A   href="http://www.contosfantasticos.com.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=295:mil-maes&amp;catid=46:destaques&amp;Itemid=62">Mil   Mães</A>»</LI><LI>Carlos Orsi: «<A   href="http://www.contosfantasticos.com.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=289:um-bom-emprego&amp;catid=46:destaques&amp;Itemid=62">Um Bom Emprego</A>»</LI></UL><P>&nbsp;</P><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/EfeitosSecundarios?a=GAgyJPY6JJ8:pFPT34rJUhI:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/EfeitosSecundarios?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/EfeitosSecundarios?a=GAgyJPY6JJ8:pFPT34rJUhI:7Q72WNTAKBA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/EfeitosSecundarios?d=7Q72WNTAKBA" border="0"></img></a>
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		<title>Clássicos «modernizados»?</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 01:21:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Octávio dos Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Já não é novidade que&#8230; existe uma nova «moda literária»: a revisitação de clássicos da literatura mundial e a incorporação – ou o «enxerto» &#8211; neles de elementos característicos da ficção científica e do fantástico. A «mania» começou no ano passado com a publicação de «Pride and Prejudice and Zombies» (que a Gailivro vai traduzir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já não é novidade que&#8230; existe uma nova «moda literária»: a revisitação de clássicos da literatura mundial e a incorporação – ou o «enxerto» &#8211; neles de elementos característicos da ficção científica e do fantástico. A «mania» começou no ano passado com a publicação de «<a href="http://www.quirkclassics.com/index.php?q=node/pride-prejudice-zombies-deluxe">Pride and Prejudice and Zombies</a>» (que a Gailivro vai traduzir e lançar este ano em Portugal), e tem continuação em «<a href="http://www.quirkclassics.com/index.php?q=senseandsensibilityandseamonsters">Sense and Sensibility and Sea Monsters</a>» e «<a href="http://www.quirkclassics.com/index.php?q=quirk-classic-4">Android Karenina</a>» (este segundo a obra de Lev Tolstoy); num outro registo (policial, «thriller», e não FC &amp; F), Jane Austen voltou a ser alvo de uma «modernização» em «<a href="http://beautiful-books.co.uk/277.html">Murder at Mansfield Park</a>».<br />
Como classificar esta tendência? Adulteração anódina? Homenagem hilariante? Variação vanguardista? O certo é que a «epidemia» já «contagiou» pelo menos uma pessoa em Portugal: Pedro Calvete, que decidiu colocar «qualquer coisa gótica na literatura romântica portuguesa», e o resultado foi «<a href="http://www.wook.pt/ficha/viagens-na-minha-terra-com-vampiros/a/id/4299577">Viagens na Minha Terra com Vampiros</a>». Estará Almeida Garrett a virar-se na sepultura? E o que se seguirá? «A Queda de um Anjo e de um Demónio» (Camilo Castelo Branco)? «O Cibercrime do Padre Amaro» (Eça de Queiroz)? «Quando os Lobisomens Uivam» (Aquilino Ribeiro)? «Charneca em Flor Carnívora» (Florbela Espanca)? «Manhã Submersa por Extra-Terrestres» (Vergílio Ferreira)?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Gerson entre os incas</title>
		<link>http://blog.simetria.org/gerson-entre-os-incas/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 17:42:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Octávio dos Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Gerson Lodi-Ribeiro, brasileiro, é um dos maiores (pelas muitas obras que já publicou&#8230;) e melhores escritores de FC &#38; F de língua portuguesa. É um amigo, meu e de muitos aqui na Simetria – de que, aliás, também é membro. Foi um dos autores que eu convidei para participar em «A República Nunca Existiu!» &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gerson_Lodi-Ribeiro">Gerson Lodi-Ribeiro</a>, brasileiro, é um dos maiores (pelas muitas obras que já publicou&#8230;) e melhores escritores de FC &amp; F de língua portuguesa. É um amigo, meu e de muitos aqui na Simetria – de que, aliás, também é membro. Foi um dos autores que eu convidei para participar em «<a href="http://www.saidadeemergencia.com/index.php?page=Books.BookView&amp;book_id=242&amp;genre=9">A República Nunca Existiu!</a>» &#8211; projecto de história alternativa de que, aliás, mais do que «cúmplice», ele é o autêntico «instigador» e «responsável moral».<br />
Gerson Lodi-Ribeiro tem um novo livro: «<a href="http://editoradraco.com/2009/10/xochiquetzal-uma-princesa-asteca-entre-os-incas">Xochiquetzal – Uma Princesa Asteca entre os Incas</a>». Também no género de HA, explora a hipótese de os navegadores portugueses terem descoberto e percorrido, para além da Terra de Vera Cruz, toda a América do Sul, aliando-se aos povos deste continente&#8230; E, em <a href="http://www.overmundo.com.br/overblog/entrevista-gerson-lodi-ribeiro">entrevista concedida recentemente</a>, o criador de «Outros Brasis» fala, além deste seu mais recente projecto, da sua carreira&#8230; e de uma «amiga» chamada Carla Cristina Pereira!  </p>
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		<title>O Interesse Do Projecto</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 14:06:48 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<b>O Interesse Do Projecto</b> brasileiro <EM>2012-Onda Zero</EM> será inevitalmente por este representar a primeira tentativa de criar um projecto de ficção cinematográfica na web em língua portuguesa na área do fantástico (e a bem ver, de outras áreas).<P>Ser-se o primeiro implica uma responsabilidade acrescida - sem referências, sem modos de comparação, aceitando a liberdade e o peso inerente a poder escolher-se qualquer dos caminhos disponíveis, embora a maioria sejam errados. Ou melhor dizendo: implicaria essa responsabilidade, se não houvessem moldes estrangeiros a seguir, que variam entre o excelente e o medíocre, e cujo estudo ajuda a perceber que escolhas resultam melhor e quais estragam o propósito. Seguir o exemplo dos outros é uma inevitabilidade humana e que constantemente nos condena (enquanto praticantes locais de um género de apetência internacional) a sermos, nem originais nem isentos na nossa abordagem. O que igual a afirmar que o fantástico português, quando acontece, apenas se distingue pelo factor linguístico e não pelos temas, peculiaridades, estilos nem preocupações da própria cultura. Mas aqui, nada de novo.</P><P>Isto está bem patente no primeiro episódio <A href="http://www.2012ondazero.com.br/index.asp">desta série</A> - e por todos os motivos errados. Os sete minutos de captação da audiência perdem-se num rompimento amoroso que não deixa nada à imaginação, numa ausência de definição dos personagens (o JP é um tipo que acaba com a namorada - e daí? Sabe-se porquê? Alguém se interessa?) e de conflito de qualquer espécie. Sombras, luzes que piscam a sugerir uma eminência de perigo e depois muita correria desapaixonada. </P><P>Não questionamos o amadorismo da produção, pois isso entende-se e desculpa-se, trazendo inclusive um ambiente de autenticidade ao resultado. O que se questiona e se critica abertamente é a absoluta falta de ambição - ambição a nível narrativo, compensando a ausência de efeitos com diálogos inteligentes; ambição a nível de história, definindo os personagens e estabelecendo conflitos dramáticos para prender os espectadores; e ambição a nível visual, pois além das duas ideias divertidas do primeiro episódio (descobrir quem está verdadeiramente a romper com quem, e as luzes intermitentes que representam a entrada do elemento fantástico) nada mais acontece.&nbsp;</P><P>É possível que próximos episódios amadureçam a abordagem, mas para já ficaram sete minutos de filme perdidos (além de dois <EM>teasers </EM>perfeitamente banais). Por vezes, é preciso efectuar algumas pesquisas, apreciar os exemplos dos outros, perceber o que resulta e o que não resulta. Uma mera pesquisa no Google levou-me ao projecto <A href="http://www.aidan5.com/episode1.html">Aidan 5</A>. Eis um conceito bastante simples, abertamente amador, de um detective cujos clones andam a ser assassinados um por um. Esquecendo o grafismo visual (pois depende do orçamento disponível e poderia ser substituido por cenários naturais), a força do episódio assenta apenas no diálogo e na existência de um enredo (algo que não depende do orçamento, mas de criatividade e competência dos criadores, talvez os recursos mais difíceis de obter).</P><P>Subjacente a este tipo de projectos está normalmente uma incapacidade em procurar e aceitar críticas - em particular, as negativas. Ignoro se foi este o caso, mas é uma reacção demasiado comum. Não levar a peito quando vos mostram que o que seguram entre mãos é um monte de&nbsp;bosta quente e fumegante. Quem, numa situação&nbsp;normal, guardaria a bosta no bolso e se afastaria com o orgulho ferido de uma donzela repudiada? A atitude inteligente a tomar é pegar-lhe, sim,&nbsp;mas para enterrá-la&nbsp;no solo e servir de adubo a algo realmente apetecível.</P><div class="feedflare">
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		<title>Das Coisas Steampunk.</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 15:59:32 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<b>Das Coisas Steampunk.</b> (Já se esqueceram <A href="http://www.tecnofantasia.com/cgi-bin/tfmaint.cgi/01/00/B1055070632/1250770751">deste desafio</A>?) A escutar a <A href="http://www.cronopios.com.br/tv-cronopios-palestras/steampunk.html">palestra de Fábio Fernandes, Gianpaolo Celli e Bruno Accioly,</A> que ocorreu no Fantasticon 2009 organizado por Sílvio Alexandre em São Paulo há poucos meses. O steampunk parece estar na berra lá por fora (e&nbsp;lusitaniamente arranca com o <A href="http://www.tecnofantasia.com/cgi-bin/tfmaint.cgi/01/00/B1055070632/1250770751">desafio proposto</A>), uma vez que o sítio web da editora Tor <A href="http://www.tor.com/index.php?option=com_content&amp;view=blog&amp;id=57547">devota todo este mês</A> ao fenómeno - um manancial de artigos de referência sobre o assunto, em particular <A href="http://theclockworkcentury.com/?p=302">este guia</A> da Cherie Priest. Aqui estão alguns <A href="http://io9.com/5334141/in-which-some-steampunk-novels-are-discussed">romances recentes</A>. Obviamente que para escrever ou falar com autoridade do assunto, é preciso conhecer o movimento das civilizações, <A href="http://www.irosf.com/q/zine/article/10562">nomeadamente da sua automatização</A>. E aliar este conhecimento a factos históricos e tudo o demais que se <A href="http://other-worlds-cafe.com/news/blog/?p=1504">possa encontrar na Web</A>. O objectivo? Criar ficção, como a que surje nas páginas desta <A href="http://www.steampunkmagazine.com/">fabulosa revista</A>. Sem esquecer o nosso (possivelmente) primeiro romance português do género: <A href="http://www.tecnofantasia.com/cgi-bin/tfmaint.cgi/01/00/T1239065491"><EM>Espíritos das Luzes</EM> de Octávio dos Santos</A>.<P>No final, o steampunk acaba por ser aquele casamento aparentemente irreconciliável entre História e Ficção Científica, entre passado e futuro, entre o estar e o devir, como um circuito integrado de silicio incrustado na carapaça de um escaravelho de rituais egipcios, orientado-se por um misto de magia e GPS. </P><P>Não vão querer aceitar <A href="http://www.tecnofantasia.com/cgi-bin/tfmaint.cgi/01/00/B1055070632/1250770751">o desafio</A>?</P><div class="feedflare">
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		<title>A História da História das Coisas,</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 15:42:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A História da História das Coisas, que Annie Leonard tão veementemente explica com paixão política (política no sentido lato em que representa uma visão de estruturação da sociedade e não o processo mesquinho e patético a que nos habituámos...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<b>A História da História das Coisas,</b> que Annie Leonard tão veementemente <A href="http://www.storyofstuff.com/index.html">explica com paixão política</A> (política no sentido lato em que representa uma visão de estruturação da sociedade e não o processo mesquinho e patético a que nos habituámos - e infelizmente perdoamos - nas nossas instituições e seus representantes), apesar de muito elaborada e em grande medida importante nos avisos que passa (ainda que caia em muitos lugares comuns que lhe empobrecem a mensagem, como a afirmação de que a nossa verdadeira felicidade reside nos amigos, na família e no lazer, e não na nossa função de consumidores, como se o sustentáculo de todo este sistema de valor baseado na posse de itens de luxo e modernidade não se destinasse precisamente a impressionar os amigos, a recompensar a família e em suma a colocar uma medida objectiva no valor individual para a sociedade, uma medida pela qual sentimos o apreço dos outros, porque é tão mais fácil e possível - e isto não é uma crítica mas uma constatação - possuir coisas do que desenvolver uma riqueza de princípios e actos e uma personalidade que os demais admirem), esconde, como se fossem afirmações de menor importância (a mensagem principal concentra-se, e bem, na necessidade de resolver o problema com a recuperação dos recursos naturais mediante um melhor desenho do produto), algumas afirmações perspicazes.<P>A primeira é de que não fazemos um estudo do impacto das nossas novas&nbsp;tecnologias, nem a nível unitário - o produto X - nem do efeito combinado de todas elas; o exemplo mencionado é a nível das substâncias químicas utilizadas na produção dos bens, mas qualquer tecnologia servirá de exemplo, e o impacto não se traduz apenas a nível bio-ecológico, mas em grande medida a nível social. Colocam-nos novos brinquedos, novas formas de agir, nas mãos, sem nos ensinarem a usá-los, e a seguir ocorrem grandes debates sobre comportamentos particulares deste uso. Por exemplo, o conjunto de casos nacionais sobre o uso de telemóveis pelos adolescentes, em particular nas escolas.&nbsp;Condenámos&nbsp;certos casos públicos de uso particular desta tecnologia&nbsp;- eles próprios&nbsp;tornados públicos porque a tecnologia o permitiu, nomeadamente na gravação vídeo e disponibilização online -, quando os próprios adultos não tiveram tempo de perceber um modelo de comportamento razoável que possam exemplificar e ensinar aos mais jovens. Devíamos esperar que estes se comportassem com mais comedimento que o usado pelos próprios adultos?&nbsp;Ou devíamos finalmente entender que, se queremos efectivamente actuar como educadores, há que primeiro, e de forma responsável, entender a distinção entre uso e abuso de uma nova tecnologia antes de a colocarmos nas mãos das gerações mais novas? </P><P>Numa outra vertente, o&nbsp;comportamento da sociedade ocidental perante o Terceiro Mundo é, sem dúvida, efeito secundário de um poderio militar que surgiu muito antes de se ter desenvolvido uma ética para o uso do mesmo. De igual modo que as crianças que se desenvolvem mais rapidamente que as outras na escola, começamos a usar a força recém-descoberta para atingir os nossos fins - eis a figura do <EM>bully</EM>, uma prática que comporta uma satisfação muito própria de domínio, e que só é abandonada quando a satisfação em outras áreas, nomeadamente na integração social, provoca uma mudança neste sistema de valores. A bem dizer, não mudamos verdadeiramente a nossa postura perante o Terceiro Mundo, pois continuamos, como aqui se explica, a utilizá-lo como fonte imediata de recursos de que não dispomos em casa; esta consciência culpada, no entanto, está atenta a alguns actos, e pelo menos, não é mais possível atitudes como a divisão geográfica e arbitrária de África que ocorreu entre as grandes potências há um par de séculos, ainda que tenhamos o poderio para o fazer. Diga-se de passagem que também não somos <EM>bullies </EM>inteligentes - afinal estamos também a consumir e a estragar o ambiente à nossa volta - e que, por outro lado,&nbsp;a designação&nbsp;«Terceiro Mundo» é&nbsp;também uma auto-vitimização oportunista - o miudo franzino já teve tempo suficiente de crescer e aprender a defender-se.</P><P>A reciclagem, tal como mencionado de passagem na apresentação, denuncia uma das grandes hipocrisias dos nossos tempos: não é eficaz. Alguns materiais não se conseguem reciclar facilmente, e os mais numerosos não se podem de modo algum. (Bem, no limite tudo será reciclado, daqui a uns milhares ou milhões de anos, mas&nbsp;convinha que o fossem num período mais imediato...) Os produtos não são concebidos para serem reciclados - e aqui os produtos no seu todo, o que inclui embalagens, folhetos, materiais de apresentação, e sim, também o transporte, armazenamento, e processo de eliminação. Colocar o recipiente no caixote correcto é uma contribuição miserável em todo o processo - teríamos contribuído mais para o ambiente se não tivessemos consumido o produto, pois em breve a falta de procura levaria a que não fosse mais produzido. Mas enquanto consumidores nunca nos organizaremos assim. A não ser que a própria tecnologia nos salve - por exemplo, se sejamos confrontados com mensagens de consciencialização no visor do TPA quando vamos pagar algum produto («este leite foi embalado em pacotes nocivos para o&nbsp;ambiente além do limite recomendado, tem a certeza de que&nbsp;deseja&nbsp;incentivar a empresa produtora com esta compra?»). O que seria uma reviravolta irónica.</P><P>Ocorre-me a adopção pelos supermercados nacionais da venda de sacos de plástico aos compradores. Uma medida supostamente destinada a obrigar a um comportamento responsável de reutilização de sacos de compras, como no tempo dos nossos pais (ainda me lembro das senhoras com as suas cestas). Mas a verdade é que os sacos de plástico continuaram a existir, e a um preço tão irrisório que não compensa, de modo algum, a inconveniência de ter um saco pessoal à mão quando surge a necessidade do consumo. É raro, aliás, o comprador que segue esta prática... resultado prático: os supermercados deixaram de suportar o custo de sacos gratuitos (os preços dos alimentos não desceram, por não?) e ainda por cima obtiveram uma nova fonte de receita. Inteligente a nível empresarial, irrisório a nível do ambiente. E contudo, satisfaz o borrego consumidor, outra vez enganado e contente. (Numa atitude mais inteligente, as lojas nos Estados Unidos oferecem sacos de papel, e em França não há sacos de tipo algum para ninguém.)</P><P>Não chegaremos lá com boa vontade. Os comportamentos só mudam quando se aplica dor ou recompensa - o velho&nbsp;sádico Pavlov tinha razão.&nbsp;Os custos escondidos de que a apresentação fala terão de ser traduzidos em sanções para as empresas ou custos explícitos no preço dos produtos. Pontuar cada substância considerada nociva para a saúde, por uma instituição governamental, em cêntimos ou euros, e depois aplicar este encargo ou imposto sobre o preço base dos produtos que a utilizem.&nbsp;Triplicar, quadruplicar o preço da gasolina. Tornar qualquer bilhete de avião numa pequena fortuna. Essencialmente, desacelerar a sociedade de consumo e desperdício e forçá-la a ser uma sociedade de (menor) consumo e (maior) reaproveitamento, usando o seu próprio mecanismo e sem a por totalmente em causa. Antes, claro, que a tal sejamos obrigados pelo mais doloroso processo da escassez de recursos, da crise, fome e guerra típicas do nosso passado.</P><P>Isto se quiseremos <EM>realmente</EM> resolver a situação.&nbsp;</P><P>Ou então podemos continuar a assassinar árvores e&nbsp;a desperdiçar recursos para <EM>este triste fim</EM>:</P><P align=center><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/2A-ddfd7STQ&hl=pt-br&fs=1&"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/2A-ddfd7STQ&hl=pt-br&fs=1&" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></P><div class="feedflare">
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		<title>Encontra-se Já Disponível</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Sep 2009 17:05:06 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<b>Encontra-se Já Disponível</b> o trailer português para <EM>O Nome Do Vento</EM>, a obra de estreia de Patrick Rothfuss e que verá edição nacional ainda este mês de Setembro pela Gailivro, numa edição agradável, substancial e com uma das mais apelativas capas entre as diversas edições internacionais. Esta obra encontrava-se em grande destaque nas livrarias espanholas neste Verão, e por sinal perguntava-me se não iria algum editor português pegar nela. Tempos de mudança, sem dúvida, em que não precisamos mais de aguardar anos pela versão lusa dos sucessos literários dos outros países. Diferente da maioria das fantasias comerciais, e seguindo a linha profissional e adulta de George R. R. Martin, <EM>O Nome Do Vento</EM> oferece-nos uma prosa de uma riqueza lírica bastante subtil, bastante equilibrada, e uma percepção madura do mundo - em que acções geram consequências e escolhas acarretam preços, algo que (incrivelmente) nem sempre está presente na restante fantasia. Uma particular coincidência neste trailer é o aparecimento fugaz de um dos castelos mais bonitos de França, e possivelmente do mundo, o encantador <A href="http://www.chenonceau.com/media/gb/index_gb.php">Château de Chenonceau</A>, notório pelo longo salão de dois pisos assente em arcadas sobre o rio Cher, e que fui conhecer há poucas semanas.<P align=center><embed src="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/GzQhjA4kCBaiDcbauH4Z/mov/1" type="application/x-shockwave-flash" width="410" height="357" allowFullScreen="true"></embed></P><div class="feedflare">
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