(Uma adenda no final deste texto.)

No próximo dia 18 de Fevereiro será feita a primeira apresentação do novo livro – mais especificamente, o novo romance – de António de Macedo. Intitulado «Lovesenda ou o Enigma das Oito Portas de Cristal», terá o seu lançamento em Lisboa na Biblioteca São Lázaro (Arroios) a partir das 16.30 horas. Entretanto, a Editorial Divergência, que publica a obra, tem estado a efectuar a pré-venda desta na sua loja electrónica, numa promoção que se prolonga até dia 17 e que proporciona um desconto de 10% (sobre um preço-base de 24,99 euros).

Esta é a sinopse: «Altos Príncipes, Senhores de mim, sacerdotisas minhas irmãs — impacientais-vos? Quereis ouvir sem delongas a história abominável da arrebatada paixão da donzela Lovesenda, filha do conde Diogo Enheguiz, por um espectro? A história que está na raiz da sacrílega situação em que me despenhei? Aguardai porém um momento, suplico-vos: toda a alma tem paragens desconhecidas que somos obrigados a percorrer, por mais obscuras, e a alma da donzela Lovesenda e as inconfessáveis impaciências que nela desde cedo se alojaram exibem feias chagas que lhe foram abertas por uma fieira de medonhas investidas do outro mundo, tão feias como as dos secretos e despudorados procederes do conde Diogo, seu pai, e da condessa Châmoa Telles, sua mãe — cada um com sua traição para com o outro, e qual delas a pior.» Um enorme – 507 páginas! – trabalho de imaginação, «erudito, divertido e fascinante, eis António de Macedo no seu melhor», segundo Luís Filipe Silva.

Orgulho-me de ter dado um modesto contributo para a concretização desta edição. Há precisamente um ano (foi em Fevereiro de 2016), em mais uma troca de mensagens entre nós os dois, António de Macedo revelou-me que tinha três obras – mais concretamente, dois volumes de contos e um romance – que já haviam sido recusados por 14 (!) editoras, e concordou que a rejeição por parte daquelas «é a nossa sina. A única maneira de superar tudo isto é nunca perder a esperança.» Então, na resposta, eu sugeri-lhe que tentasse, que contactasse, a Editorial Divergência… e à décima quinta foi de vez! (Também no Octanas.)

(Adenda – A Editorial Divergência divulgou, no seu sítio na Internet, fotografias e vídeo da apresentação.)

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