Uma história de horror que não trás nada de que nunca ninguém se tinha lembrado, nem nenhuma surpresa, mesmo para os mais verdes nesta temática.

O horror em si é muito moderado, salvo para os vegetarianos mais convictos e para quem tenha horror ao sangue. Algumas cenas em câmara lenta parecem ter sido desenhadas para serem horríveis (por exemplo os olhos a saltarem das órbitas), ma o resultado parece mais didáctico que outra coisa (a diferença entre o impacto do martelo e o impacto do machado?).

A máquina fotográfica – que desempenha um papel algo importante na história – é uma Leica M4-P, e o realizador quis mostrar de modo muito claro a marca e o modelo, logo nas primeiras imagens não sei bem porquê, talvez para datar o filme na década de 80. Talvez para posicionar a personagem como um fotógrafo realmente empenhado (a leica era muito boa e muito cara), mas poucos espectadores irão perceber isso. Talvez por ser um admirador da câmara – tem bom gosto.

A “cena de sexo obrigatória” não é das piores que tenho visto.  Fora isso não penso que se possa dizer muito mais do filme, a não ser contar a história.

José Simões

contexto

detalhes (não veja para não perder o suspense)

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